
Uma educadora de 65 anos relatou ter sido ameaçada com uma arma de fogo dentro do Colégio Estadual Cívico-Militar Jardim Maracanã, em Toledo, durante o exercício de suas funções e na presença de estudantes. O caso resultou no desligamento do monitor militar envolvido do Programa Colégios Cívico-Militares do Paraná.
De acordo com termo de declaração registrado junto ao 19º Batalhão de Polícia Militar de Toledo (19º BPM), a funcionária afirmou que um militar aposentado que atuava como monitor no colégio sacou uma arma na presença de alunos, mirou em direção ao seu rosto e disse que iria atirar. Ainda conforme o relato, ele teria proferido ofensas, chamando a trabalhadora de “bruxa” e “velha”.
A APP-Sindicato informou que protocolou junto à Secretaria de Estado da Educação um pedido de afastamento do monitor e abertura de procedimento para apuração dos fatos.
Em nota encaminhada à reportagem, a Secretaria de Estado da Educação do Paraná (SEED) informou que, ao tomar conhecimento do ocorrido, o Núcleo Regional de Educação de Toledo (NRE) adotou medidas imediatas.
Segundo o posicionamento, foram aplicadas medidas administrativas que resultaram no desligamento do militar do Programa Colégios Cívico-Militares do Paraná.
Confira a nota da SEED na íntegra
NOTA
Ao tomar conhecimento do ocorrido no Colégio Estadual Cívico-Militar Jardim Maracanã, em Toledo, o Núcleo Regional de Educação (NRE) adotou imediatamente as medidas cabíveis de afastamento e medidas administrativas que acarretaram no desligamento do militar do Programa Colégios Cívico-Militares do Paraná.


















