Após Flávio terminar o primeiro turno à frente de Lula, o governador eleito Sérgio Moro reuniu lideranças políticas e centenas de prefeitos para reforçar a mobilização em torno da candidatura no segundo turno.

Após a derrota de Luiz Inácio Lula da Silva, a campanha de Flávio Bolsonaro ganha um novo fôlego. O senador Sérgio Moro se reuniu com apoiadores e lideranças políticas para reforçar a união em torno do candidato, destacando o apoio de diversos prefeitos à candidatura do ex-presidente.
“Recebi uma ligação do prefeito Eduardo Pimentel, na mesma data da vitória eleitoral. Sempre tive uma relação cordial com ele. Ele me parabenizou e nos dias seguintes nós conversamos, inclusive adiantamos que vamos trabalhar juntos em prol da população de Curitiba e igualmente da região metropolitana”.
Foi muito positivo que, a partir do momento que nós lançamos esse ato político em favor de Flávio Bolsonaro, o prefeito Eduardo Pimentel foi um dos primeiros que se colocou também à disposição para estar presente nesse evento e apoiar Flávio Bolsonaro.
Segundo Moro, a mobilização política agora foca na recomposição das bases no Paraná. O senador enfatizou que essa coalizão é estratégica para enfrentar os desafios econômicos e combater a corrupção no estado, com a implementação de novas medidas de controle.
“A movimentação política segue intensa nos bastidores. Enquanto lideranças discutem a estratégia para os próximos passos, a expectativa é que novas adesões de prefeitos reforcem a chapa de Flávio Bolsonaro, consolidando um bloco de apoio robusto para o pleito”.
Ao ser questionado sobre o cenário pós-eleitoral, Moro não poupou críticas à gestão do petista e manteve o tom de oposição, afirmando que a hora é de renovação e de virar a página, focando em uma agenda propositiva para o país e para a gestão estadual.
“Com a derrota do Lula, nós temos um sopro de esperança. Não só do país ser colocado no rumo novamente na parte econômica, porque todo esse desequilíbrio macroeconômico tem tido esses resultados deletérios para nossa economia, das famílias endividadas, empresas quebrando, mas também a roubalheira voltou com toda a sua força”.

















