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terça-feira, 16 de junho de 2026

32 dias de mistério, buscas em fazenda e nenhuma pista: o caso Letycia e Sttela, as primas desaparecidas no Paraná

Foto: G1

Denúncias anônimas, levantamento de dados e outros elementos colhidos na investigação do desaparecimento das primas Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida levaram a Polícia Civil (PCPR) a fazer buscas na área rural de Paraíso do Norte, no Noroeste do estado, nesta segunda-feira (15).

O local fica a cerca de 32 km de Paranavaí, onde as primas foram vistas pela última vez em uma boate. No mesmo dia, elas deixaram de dar notícias às famílias. As jovens estão desaparecidas há mais de um mês.

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De acordo com o delegado Luis Fernando Alves Silva, “o objetivo da operação foi verificar locais previamente identificados pelas equipes investigativas em busca de vestígios e outros elementos que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos”.

As buscas estão sendo realizadas com o apoio da Polícia Militar do Paraná (PMPR) e da Polícia Científica do Paraná.

Conforme o delegado, as equipes usaram recursos tecnológicos para prospecção e análise do terreno, incluindo drones e equipamento de Radar de Penetração no Solo (GPR). O objetivo é identificar possíveis alterações subterrâneas e pontos de interesse pericial.

Até a última atualização desta reportagem, a polícia não informou se alguma pista havia sido encontrada no local.

Silva informou que as investigações estão sob sigilo e são tratadas como prioridade.

Atualmente, o caso é tratado pela Polícia Civil como um duplo homicídio. A investigação mostrou que Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, é o principal suspeito. Ele está foragido desde o dia 29 de abril, quando teve a prisão preventiva decretada. 

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