
Morreu no no Complexo Médico Penal, em Curitiba, José Airton Pontes, de 70 anos.
Ele cumpria pena por crimes praticados contra crianças e adolescentes e estava preso desde 2005.
A causa da morte foi um câncer.
O caso ganhou grande repercussão no Paraná após o assassinato do menino Renato Renan Poronizak, de 7 anos, ocorrido em Marmeleiro, no Sudoeste do Estado.
José Airton chegou a Marmeleiro apresentando-se como missionário evangélico e aproximou-se da família da criança.
Segundo as investigações, ele levou o menino até uma área de mata na comunidade de Rio Verde, sentido Flor da Serra do Sul, onde o crime foi cometido.
O corpo foi localizado após uma força-tarefa que mobilizou equipes policiais e voluntários.
Foi durante os interrogatórios que a polícia percebeu estar diante de um dos maiores criminosos em série do país.
As investigações apontaram seu envolvimento em mais de 30 casos de violência sexual contra crianças e confirmaram sua responsabilidade em pelo menos três homicídios.
Também houve investigações relacionadas a desaparecimentos e mortes de crianças em outros estados, embora parte desses casos não tenha sido totalmente esclarecida.
O assassinato de Renato Renan Poronizak teve grande repercussão no Paraná e é considerado um dos casos criminais mais marcantes da história do Sudoeste do Estado.
A investigação conduzida pela Polícia Civil foi fundamental para a prisão do condenado e para o esclarecimento de outros crimes atribuídos a ele.
(com inf. PPNews)



















