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quinta-feira, 30 de abril de 2026

Covid-19: Toledo amplia 2ª dose de reforço para pessoas com 18 anos ou mais

Interessados em receber 2ª dose de reforço contra Covid-19 devem se dirigir às unidades de saúde levando documento pessoal com foto e carteirinha de vacinação

Seguindo Deliberação nº 254/2022, da Comissão Intergestores Bipartite do Paraná (CIB/PR), a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Toledo passa a oferecer, a partir desta sexta-feira (18), a segunda dose de reforço da vacina contra a Covid-19 para pessoas com 18 anos de idade ou mais. Até então, só quem tinha 40 anos ou mais poderia receber este imunizante.

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As vacinas estarão disponíveis em todas as unidades de saúde da cidade e do interior e os interessados devem se dirigir, durante o horário normal de funcionamento destas, levando documento pessoal com foto e carteirinha de vacinação que comprove que a primeira dose de reforço foi recebida há mais de 120 dias. “Foram destinadas recentemente, via 20ª Regional de Saúde, 600 doses da vacina contra a Covid-19 para Toledo e uma próxima remessa está prevista para a próxima quinta-feira (24)”, informa a enfermeira da Vigilância Epidemiológica, Cleunice Sarturi. “Para adentrar às unidades de saúde e tomar a vacina, é obrigatório estar usando máscara”, alerta.

De acordo com o documento da CIB/PR, a ampliação do público apto a receber a segunda dose de reforço do imunizante que combate a doença causada pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2) baseia-se em diversos fatores, como o aumento de casos causados por subtipos ainda mais infecciosos da variante ômicron. “A situação epidemiológica da Covid-19 voltou a preocupar e é natural que os anticorpos adquiridos com as vacinas tomadas anteriormente diminuam com o tempo. Portanto, essa dose de reforço auxilia tanto na questão individual, pois aumenta a proteção do paciente em relação a ter os quadros mais graves da doença, quanto na questão coletiva, uma vez que se reduz a possibilidade de uma sobrecarga no sistema de saúde pública e privada em razão de aumento anormal no número de casos”, pontua Cleunice.

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