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Toledo
sábado, 30 de maio de 2026

Mais de 40 nascentes já foram recuperadas em Toledo

Por meio de parcerias a Secretaria de Desenvolvimento Ambiental já recuperou mais de 40 nascentes com esta técnica.

Um dos trabalhos realizados pela Secretaria de Desenvolvimento Ambiental é o de recuperação de nascentes no município. O Programa Municipal de Recuperação de Nascentes realiza ações em vários pontos do município, principalmente nas localidades de distritos. Ao todo, mais de 40 nascentes já foram recuperadas pelos profissionais. 

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Na última semana, mesmo sob intenso frio, mais uma nascente foi recuperada por meio de uma oficina. A propriedade de Jaci Fachin, a qual é utilizada há mais de 20 anos, para consumo humano e para animais de produção das famílias do Sr. Cleomar di Domênico, Sr. Ivo Simich e Olívia Di Domênico. 

A recuperação é uma parceria da Prefeitura de Toledo com a parceria da Emater Toledo e Emater Formosa do Oeste e Consórcio Intermunicipal de Saúde do Oeste do Paraná (CISCOPAR). Antes da recuperação da nascente análises microbiológicas realizadas apontaram contaminação por coliformes fecais, o que torna a água imprópria para o consumo.

“Essa contaminação se deve provavelmente ao modo de captação da água, que não isola o olho d’água do contato com animais, e outras fontes de matéria orgânica. Além disso, destacou-se a importância do cuidado e manutenção com a Mata Ciliar”, explica a bióloga da Prefeitura, Lilian Cardoso. 

Oficina para recuperação de nascentes

A oficina foi ministrada pelo técnico da Emater Formosa do Oeste, Valmir Cardoso Pereira, com objetivo de capacitar os agricultores participantes, e servidores da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Ambiental e Saneamento para que possa ser replicada. Além de melhorar a qualidade da água consumida por aquelas famílias. 

“Ao todo, sete pessoas serão beneficiadas com esta recuperação. A técnica empregada conhecida popularmente como ‘Técnica Solo-cimento” tem como intuito proteger o olho d’água contra ações externas, como assoreamento do olho e contaminação por animais domésticos e tem sido amplamente empregada”, explica Lilian.

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